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Pesquisa de UX: Como Criar um Guia de Entrevista

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Difficulty:BeginnerLength:ShortLanguages:

Portuguese (Português) translation by Erick Patrick (you can also view the original English article)

"Pesquisa qualitativa" é usada para explorar os motivos e opiniões dos usuários–construir um guia de entrevista é um passo crucial nesse processo. Nesse tutorial, garantiremos que estejamos preparados, ao preparar tal guia.

Nossos Objetivos

Antes de conduzir uma entrevista, devemos planejar tanto o que queremos dizer e como perguntaremos isso. Nosso objetivo é criar um relatório com a pessoa que falamos, deixando-as confortáveis, enquanto atenta ao pouco tempo deles. As especificidades serão onde obteremos as intuições e elas são formas por frustrações, motivações e interações.

Nossos guias também serão contextuais a quem entrevistamos. É bom lidar com especialistas do domínio ou da indústria, mas também com o público alvo.

Identificando Nossos Entrevistados

Grupo Alvo de Usuários

Todos profissionais de UX dirão: não somos nossos usuários. Nós precisamos aprender das pessoas para quem projetamos. É importante considerar o usuário primário e também quaisquer usuários secundários na comunidade estendida. Na nossa experiência, também é valioso falar com usuários que tem visões extremas do mundo.

Especialistas e Interessados da Indústria

É importante identificarmos os especialistas do domínio. Esse indivíduos terão pouco tempo, especialmente se buscamos ideias de executivos ou pessoas com altos cargos. Assim, quando soubermos quem buscamos falar, é importante ser o mais complacente possível. Uma conferência telefônica ou Skype podem funciona bem se realizamos pesquisas com esse tipo de pessoas.

Descobrindo Com Quantas Pessoas Falar

Grupo Alvo de Usuários

Se estamos começando do zero, talvez precisemos falar com até oito indivíduos. Se tivermos uma boa base e pesquisa existente, recomendamos mirar num grupo de três pessoas.

Especialistas e Interessados da Indústria

Especialistas são menos disponíveis, mas recomendamos falar com pelo menos um interessado da indústria. Se formos novato no setor, busquemos mais, talvez três.

Gravando Resultados

Há muitas ferramentas para ajudar em entrevistas com usuários, mas Screencastify é ótimo para gravar tela e áudio. Podemos usá-lo para repassar as entrevistas e testes, tendo conduzido em pessoa ou remotamente. Também capturará o áudio do microfone do notebook. É gratuita com uma versão premium de US$24 (na escrita dessa publicação).

Nosso Guia de Entrevista

Nos estágios iniciais do processo de design, quando criamos um guia de entrevista, coloquemos nossas ideias rapidamente e não editadas em um grande papel.

Estruturemo-nas anotando perguntas amplas e então mais específicas de acordo que continuamos. Comecemos dividindo a folha em duas grandes colunas. Agora, coloquemos algumas perguntas gerais à esquerda, considerando o porque e como dos dados finais serem aplicados ao projeto de design. Isso nos ajudará a focar em frustrações, motivações e interações chave que podem ser sintetizadas em post-its.

Planejando Nossas Questões Gerais

Ao junta as perguntas amplas, sejamos sensíveis quanto a perguntar qualquer coisa que não seja necessárias ou chocante, como "qual sua idade?". Estamos buscando informações de alto nível para nossa persona, aprender sobre o passado de uma pessoa e construir alguns relatórios.

Entender o ambiente da persona, por exemplo, dará vida à história. Com isso em mente, talvez perguntemos: "Descreva sua última refeição em família. Quem estava lá? Onde ocorreu?

Planejando Nossas Perguntas Específicas

Pense em perguntas que podem ajudar a entender as motivações, frustrações e interações da pessoa:

Motivações

Com que os usuários se importam? O que os motiva? Atentemos ao tom. Não é apenas sobre o que dizem, mas como dizem. É possível perceber níveis diferentes de paixão e emoção por trás de cada declaração. Leia a linguagem corporal: seus braços estão dobrados ao responder ou estão sorrindo? Isso dará boas dicas sobre como explorar mais.

body language
Observemos a linguagem corporal

É importante diferenciar objetivos de motivações. O objetivo de uma usuário será o ponto final de um estado desejado, em que um negócio facilita, mas o que os faz chegar lá? É culpa? Talvez motivos financeiros? Vontade de impressionar? Pensar nesses motivos e estruturar as perguntas dessa forma ajudará a identificar as motivações.

Frustrações

O que frusta os usuários? Que necessidades não são cumpridas? As perguntas devem se enquadrar da melhor forma visando cada ponto de interação na jornada do consumidor.

Pensemos sobre o que os frusta, não apenas digitalmente, mas fisicamente. A experiência do usuário é tudo. Por exemplo, do momento que o usuário entre numa loja de departamento e fala com um funcionário, ao empacotamento do produto, como é quando eles levam o produto para casa e o abrem pela primeira vez. Todos os detalhes.

Foquemos em cada ponto da jornada e os sondemos em busca de respostas mais específicas. Devemos evitar colocá-los em "modo de solução". Alguns entrevistados são bons nesse sentido, outros são "solucionadores" e pode ser difícil fazê-los responder de uma forma que nos ajude. A melhor forma é entender o que eles dizem, expressar nossas expetativas de ante mão, filtrar as soluções e reter os pontos dor específicos.

Interações

O que é interessante sobre a forma como os usuários interagem com seus ambientes? Provavelmente, essa é a área mais importante da pesquisa.

  1. Pensemos sobre o problema do negócio e uma interação típica entre negócios e usuários. Talvez queiramos primeiro mostrar os diferentes pontos de contato e então aperfeiçoar uma mais específico.
  2. Aprendamos como fazem seu trabalho ou tarefa que seja. Ter uma perspectiva holística dará uma ideia melhor do contexto do porque seguem certos caminhos.
  3. Criemos um fluxo de tarefas, uma série de passos e pontos de decisão pelo caminho. Não precisamos pensar muito se são exatos, estamos aprendendo o domínio efetivamente.

Compartilhemos Com Interessados

Após terminar a primeira versão do guia, marquemos um encontro com nossa equipe e outros interessados. Mostremos nossas perguntas. Talvez decidamos até enviá-las ao cliente.

Obtenhamos feedback. Vejamos se faz sentido com o que precisa ser feito. Eles podem ter algumas ideias ou perguntas adicionais.

Conclusão

Nosso guia é um plano de ataque efetivo. A abordagem é o equilíbrio entre os retornos desejados, mas também pensemos nas habilidades sociais, construindo um relatório com o entrevistado, para sentirem-se confortáveis e se abram.

A próxima parte focará nas especificidades—como regra geral, é bom focar em:

  • motivações
  • frustrações
  • interações

Isso proverá os dados qualitativos que podemos sintetizar em um diagrama de afinidade na próxima fase da Pesquisa de UX.

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